segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Razão (in)razoável


Não sei o que significam estes pequenos meteoros que flutuam na minha mente.
A razão é algo que se adquire formalmente, mas tudo tem os seus necessitados prismas.
Tenho fardos e identifico-os sempre diferentes.
Há um certo que se transforma em errado e acontece um descontrolado vice-versa.
Mas continuo a odiar a vida tanto quanto a amo.
Tudo são momentos e é esse o errado que está certo.
Se não há certezas, quais são as crueldades?
O tempo inexistente é que responde correctamente às mentiras que inundam as verdades.
Sinto. Vejo o que devo sem dever.
Sinto. É tudo sentido interiormente nas modestas cores que viajam sem discussões.
Há.
Sou uma espectadora e uma participante tão activa quanto inactiva.
Receio.
Os fantasmas ouvem e têm as suas conformadas opiniões.
Amo.

4 comentários:

  1. À pessoa.

    Aprecio, fazes sonhar.
    Sorrio.
    Demasiado perto da minha mente.
    Conhecimento.
    Num termo pessoal, és algo de especial.
    Esperas.
    Sinto que a escola é a mesma.
    .......
    Se todos os seres se apercebessem do teu ser o mundo pagaria por um olhar teu, mal te conheço, mas valorizo, porque acredito nesse olhar.
    Também esperas.

    Conheço alguém impossívelmente mais próximo de mim que ninguém, que vive no mesmo mundo, na mesma dimensão, só não partilha o mesmo terreno nem o mesmo género.

    Vive um sonho em conformidade com alguém lógicamente contraditório.
    :)

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  2. Oh, mas como me conhece gostava de saber quem é!

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