É de facto com os erros que se aprende. Podemos elaborar meros detalhes com sacrifício, que este raramente vale o esforço.
Perdi uma futilidade mágica na minha vida, à qual raramente tenho acesso pela pura bondade. Mas se a bondade é um meio para atingir a crueldade, para quê seguir princípios? Não direi utilizar o fim, mas simplesmente não actuar. Não pensar. Não agir segundo a lógica.
Alguém que acompanho toda a vida, que conheço e finalizo, continua sempre a surpreender-me. Admito que terá sido a última vez, porque irei sempre esperar pelo mais raso nível e mesmo que atinja um altar um pouco mais altivo, não darei outras chances de medo jovial.
Foi a derradeira.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
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